Deixem-me
com minha visão...
se atravesso expressões,
atinjo o âmago,
permito-me distinguir
várias linguagens.
Ninguém é o que é!
Deixem-me
mergulhar
este olhar
meticuloso,
janelas que se abrem,
fecham,
assim,
sem mais.
Olhos postos em mim,
escolho fingir
não saber nada,
despertar temores
alheios,
receios,
horrores.
Quem me deu esta visão,
por favor apague,
Seja o que é,
já basta
e não se incomodarão
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