Ai,
meu domingo
é um não fazer nada
e coisa alguma.
Um silêncio
de uma espera
de sei lá o quê(?)...
sem perguntas,
nem respostas
Um café
que se estende
pela manhã,
uma cama
sempre pronta
pra deitar,
uma notícia fresca
para se meditar
longamente,
sem fim
O dia demorado,
despejado da semana,
encontros triviais
despedido do trabalho,
do sexo aflito,
paz não negociada,
absolvido e reencontrado.
Domingo
do velho
e carcomido
marasmo,
ausência plena
do entusiasmo,
ausente imanente,
zelador do jardim
Domingo
da sempre presente
preguiça perdoada...
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