Partes de mim
vão ficando
no caminho.
Não é proposital,
nem casual.
São espaços
abertos
de convívio,
compreensões
furtivas
nada tomando
nada perdendo,
completando.
Não há acordos,
simplesmente
socializa-se,
deixa de ser seu.
O caminho
é um ir
deixando
as partes,
assumindo
outras
em nós.
Somos
uma complexa
humanidade
em construção.
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