Vejo meus tropeços repetirem-se
nas gerações mais novas.
Invade-me a melancolia do desavisar,
tão vulgar,
e tão necessário alertar,
incapaz que sou.
As virtudes,
que são poucas,
não as vejo reconhecidas...
há um orgulho humano oculto,
em se esconder
os que admiramos,
pouco admitido,
confronto de egos,
bem real.
O que se dá
de ser sempre bem aceito,
está em apresentar-nos medianos,
nem altares,
nem sarjetas.
Assim,
não se sobressai,
nem se contrai,
permanece na média...
Fico na média persistência...
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