A mansidão dos mar perdoa meus grandes hiatos, quando desapareço de tudo, escondo-me em casa.
De tempos em tempos tenho uma fadiga sistêmica, de excessos de palavras, os compromissos intermináveis, lutas eternas.
A paz torna-se uma obrigatória e autônoma reclusão. Reservo-me o direito de desistir, vez por outra, para manter presente meu eixo.
Minhas convicções também tiram férias.
Não são desistências, é a observação conclusiva no decorrer do tempo, de que certas mudanças ultrapassam meu tempo.
Reclusão estafante, onde meus sonhos, de alguma forma também adormecem.
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