(em memória a Álvares de azevedo)
Sou um perdido...
meu caso
não tem solução.
Amo todas as mulheres,
só arranjo confusão.
Desvio o olhar,
como se pudesse
me acalmar...
Qual nada,
mais me desvio,
mais cresce , desconfio
este desvario interesse
febril que me acaba.
A flor do meu jardim,
chama-me sempre
a atencão,
a ela apego-me
como âncora,
desta habitual desatenção...
Assim sigo,
contrariando-me,
pedindo perdão,
tão grandes desejos controlo
deste incontrolável coração
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