Estou retornando lentamente para ti, Senhor, em revolta de quem me tiraste... Teu silvo desperta-me às noites. És tu? Às vezes não resisto durmo. Mas tu nunca descansas! Penso no mistério que puseste à frente, de construir e desconstruir... Mistério nenhum! Tempo perdido. Reflito sobre o principal... Está no armário do corredor, guardado. Às vezes o uso. Sei que está lá! Gostaria de escala-lo, e sinto estar sempre à base da montanha. Fizeste-me produzir vida, e a tiraste. Aprecias o sofrimento? Mas percorro meus pecados todos... Intermináveis ! Não sou merecedor de nada. As madrugadas contigo começam nas lutas diárias, terminam sempre em descobertas. Não as conto a ninguém. Não se interessam! Os livros estão postos à mesa. Leio-os leio-os. A incompreensão permanece... Minhas orações mudam de lugar linguajar tratar. Sofrem uma desconhecida forma de buscar sem saber como. Mas levanto Acaricias leve e breve...