Faço
uma pausa.
Um turbilhão
de amarras
impedem
caminhos,
reverberam
sem saída.
Ocupam tudo!
Não pedem licença
Não se importam
Com a dor
coração
Aceleram
em volúpia
destruidora.
Estruturas
Inanimadas
rondam
perspectivas
de saídas,
vigiam.
Por isso
a fuga
torna-se
enfrentamento,
a perda
encontro.
O reverso
do avesso.
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