O automóvel não atinge mais sua principal meta de transportar rapidamente, nas grandes cidades. São Paulo lacra quase mil veículos diariamente. Todos sabem que a solução efetiva é a substituição do transporte individual pelo transporte coletivo, com dois dias de proibição do mesmo automóvel no centro expandido. Mas isto fere interesses da indústria automobilística, dos consumidores, dos sindicatos destas categorias, patronais e de empregados. É hora de estabelecer um plano de longo prazo de diversificação de produtos, criando alternativas razoáveis para um futuro de 10 a 15 anos. A poluição já tem metas globais sendo discutidas, mas o modelo como um todo não tem sido repensado com a mesma ênfase. Cada edifício deve fazer o seu próprio tratamento de água e de esgoto. Aonde formos mexendo, vai fedendo: acontece no campo com destruições de matas e espécies de todo tipo, em troca de um espaço de pasto para o gado. Este assunto é imenso e avassalador. Ao longo do tempo iremos discutindo. Os partidos políticos estão defasados desta preocupação que emerge. Estão todos peocupados com assuntos muito importantes, e candentes, mas este fica para depois. Pré sal? Estão todos se locupletando para ter um quinhão de um produto (petróleo), que deve ser extinto como fonte de energia. O Brasil está descobrindo um pouco tarde, porque outras fontes de energia urgem serem descobertas para substituir o petróleo. Assim vai.
Eu que moro na Lopes Chaves , esquina com Dr.Sérgio Meira, bebendo atrasado do ambiente onde Mário de andrade viveu, e cuja casa é hoje um centro cultural fechado e protegido a sete chaves (que ironia) por "representantes" da cultura, administrada pela prefeitura... Uma ocasião ali estive, e uma "proprietária da cultura" reclamou que no passado a Diretoria da UBE - União Brasileira de Escritores, da qual fiz parte, ali se reunia, atrapalhando as atividades daquele centro(sic). Não importa, existem muitos parasitas agarrados nas secretarias e subsecretarias da vida, e quero distância desta inoperância. Prefiro ser excluído; é mais digno. Mas vamos ao importante. O que será que se passava na cabeça do grande poeta Mário de Andrade ao escrever "Quando eu morrer quero ficar". Seria um balanço de vida? Balanço literário? Seria a constatação da subdivisão da personalidade na pós modernidade, ele visionário modernista? Seria perceber São Paulo em tod...
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