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Modelo de desenvolvimento no mundo apresenta esgotamento

O automóvel não atinge mais sua principal meta de transportar rapidamente, nas grandes cidades. São Paulo lacra quase mil veículos diariamente. Todos sabem que a solução efetiva é a substituição do transporte individual pelo transporte coletivo, com dois dias de proibição do mesmo automóvel no centro expandido. Mas isto fere interesses da indústria automobilística, dos consumidores, dos sindicatos destas categorias, patronais e de empregados. É hora de estabelecer um plano de longo prazo de diversificação de produtos, criando alternativas razoáveis para um futuro de 10 a 15 anos. A poluição já tem metas globais sendo discutidas, mas o modelo como um todo não tem sido repensado com a mesma ênfase. Cada edifício deve fazer o seu próprio tratamento de água e de esgoto. Aonde formos mexendo, vai fedendo: acontece no campo com destruições de matas e espécies de todo tipo, em troca de um espaço de pasto para o gado. Este assunto é imenso e avassalador. Ao longo do tempo iremos discutindo. Os partidos políticos estão defasados desta preocupação que emerge. Estão todos peocupados com assuntos muito importantes, e candentes, mas este fica para depois. Pré sal? Estão todos se locupletando para ter um quinhão de um produto (petróleo), que deve ser extinto como fonte de energia. O Brasil está descobrindo um pouco tarde, porque outras fontes de energia urgem serem descobertas para substituir o petróleo. Assim vai.

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