Há um Brasil negro
Que quebra,
Requebra,
Põe colares,
inova.
Um Brasil branco
Assiste imóvel,
Duro,
A dança
Nunca escravizada,
Desvencilhando-se
Das correntes.
Um Brasil amarelo,
Emerge,
Raiz,
Brasil dos Brasis,
Incômodo,
Meio dono,
Desterrado.
Outro Brasil amarelo,
Estrangeiro,
Incomunicável,
Aporta
Sobre o cimento,
Incremento,
Naturalizando-se
Em gerações.
Um Brasil midiático,
Internacionalizado,
Pactuado nas sombras,
Poderoso,
Aventura-se.
Há um Brasil misto,
Buscando identidade,
Pacífico
E destemperado.
Brasil destronado,
Amnésico.
Um Brasil
Ainda perdido,
Pujante e inexplorado.
E outro encontrado,
Sob controle
dominado.
Há no Brasil
Uma confluência
Nacional
De diásporas
Internacionais.
Brasil rítmico
De convívios
emprestados,
que se remodela
Antes de se descobrir,
Possuído e virgem,
Alegre e tolerante.
Que desperta,
adormece
desperta,
adormece,
Cheio de coração.
Brasil incógnito.
domingo, 28 de março de 2010
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