Imagino o povo paulistano levantando da cama agora cedo. Por certo é teimosia, obrigação. Resmunga, mas tira a coberta.Sabe que precisa sobreviver, trazer dinheiro para casa, sustentar a família. Senão, que tudo se explodisse. Mas qual o quê! Vai sabendo que hoje é sexta-feira e que o fim de semana há de compensar o sono acumulado na semana. Até o sexo entra no cálculo com o tempo. Nem sempre: o sexo entra sempre no contratempo. Ruas vazias recolhem os retardatários. Um carro se movimenta à frente. Um homem traz uma criança no colo de dentro de casa. Deve estar doente. A gripe H1N1 está fazendo muitas vítimas na cidade, epidemia atingindo a vizinhança, próxima de casa. Vamos rezar pelos pequeninos que não sabem de nada disto e estão sujeitos à nossa agressão no mundo.
FINAL DE NOITE
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