Pular para o conteúdo principal

O frio veio novamente, de repente. E minha temperatura interior?

Sou obrigado a admitir que o frio é um imenso adversário para nossas ações, principalmente quando vem repentinamente.

Encontro um funcionário que faz a segurança na porta de uma padaria:

- Estou com vontade de estar dentro da coberta da cama, neste instante. Concordei em gênero, número e grau.

Depois, imagino os países onde caem grandes nevascas.

Deve parar tudo.

De minha parte, suspendi uma reunião à noite, porque meu pulmão não está estas coisas e pode piorar.

Mesmo assim fico sabendo que as Margaridas fizeram uma manifestação com mais de 100.00 participantes.

São pressões que vão fazendo um contraponto a este governo de extrema direita.

Chamar este governo de fascista é uma meia verdade, isto porque o fascismo pressupõe um governo de caráter nacionalista, o que não é o caso de Bolsonaro, um lambe botas dos EUA.

À noite estive visitando uma pessoa enferma, e invoquei o poder do Senhor por sua cura, pela madrugada.

Descobri que a oração de unidade com Deus é mais fácil de ser feita pela madrugada.

Assim, levanto-me pela madrugada, quase que diariamente, e me coloco diante do Todo Poderoso, seja com orações infantis, seja com reflexões onde minha linguagem se mistura com as do alto, numa não identificação de quem medita.

Depois de algum tempo vem, quando Ele quer, a graça.

Ou melhor, as graças.

São inúmeras, com finalidades diferentes, cujos enigmas me são mais que desconhecidos.

Esta noite experimentei a graça da amorosidade divina.

Indescritível.

É sensível, e vem de fora.

Traz uma amor insuperável.

Veio numa intercessão.

Não comento mais, para não me chamarem de louco varrido.

É preciso separar a fé e a crença religiosa da racionalidade da vida no mundo

Embora ambas se misturem, é difícil entender, quanto mais fazer qualquer tipo de conexão.

Fico por aqui.

Abraços.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Como devia estar a cabeça de Mário de Andrade ao escrever este poema?

Eu que moro na Lopes Chaves , esquina com Dr.Sérgio Meira, bebendo atrasado do ambiente onde Mário de andrade viveu, e cuja casa é hoje um centro cultural fechado e protegido a sete chaves (que ironia) por "representantes" da cultura, administrada pela prefeitura... Uma ocasião ali estive, e uma "proprietária da cultura" reclamou que no passado a Diretoria da UBE - União Brasileira de Escritores, da qual fiz parte,  ali se reunia, atrapalhando as atividades daquele centro(sic). Não importa, existem muitos parasitas agarrados nas secretarias e subsecretarias da vida, e quero distância desta inoperância. Prefiro ser excluído; é mais digno. Mas vamos ao importante. O que será que se passava na cabeça do grande poeta Mário de Andrade ao escrever "Quando eu morrer quero ficar". Seria um balanço de vida? Balanço literário? Seria a constatação da subdivisão da personalidade na pós modernidade, ele visionário modernista? Seria perceber São Paulo em tod...

O POVO DE RUA DE UBATUBA

 Nos feriados, a cidade de Ubatuba dobra o seu número de habitantes. Quando isso acontece, logo retiram os moradores em situação de rua, de seus locais, porque consideram que estes prejudicam a "imagem" da cidade. A questão é que os moradores de rua somente são lembrados quando são considerados prejudiciais à cidade. Não existe em Ubatuba uma política de valorização do povo de rua, capaz de diagnosticar o que impede eles de encontrar saídas dignas para suas vidas. Não existe sequer um local de acolhimento que lhes garanta um banho, uma refeição e uma cama. Saio toda semana para levar comida e conversar com eles.  Alguns querem voltar a trabalhar, mas encontram dificuldade em conseguir, tão logo sabem que eles vivem na rua e não possuem moradia fixa. Outros tem claro problema físico que lhes impede mobilidade. Outros ainda, convivem com drogas legais e ilegais.  O rol de causas que levaram a pessoa viver na rua é imenso, e para cada caso deve haver um encaminhamento de sol...

PEQUENO RELATO DE MINHA CONVERSÃO AO CRISTIANISMO.

 Antes de mais nada, como tenho muitos amigos agnósticos e ateus de várias matizes, quero pedir-lhes licença para adentrar em seara mística, onde a razão e a fé ora colidem-se, ora harmonizam-se. Igualmente tenho muitos amigos budistas e islamitas, com quem mantenho fraterna relação de amizade, bem como os irmãos espíritas, espiritualistas, de umbanda, candomblé... Pensamos diferente, mas estamos juntos. Podemos nos compreender e nos desentender com base  tolerância.  O que passo a relatar, diz respeito a COMO DEIXEI DE SER UM ATEU CONVICTO E PASSEI A CRER EM JESUS CRISTO SEGUINDO A FÉ CATÓLICA. Bem, minha mãe Sebastiana Souza Naves era professora primária, católica praticante,  e meu pai, Sólon Fernandes, Juiz de Direito, espírita. Um sempre respeitou a crença do outro. Não tenho lembrança de dissensões entre ambos,  em nada; muito menos em questões de religião. Muito ao contrário, ambos festejavam o aniversário de casamento, quando podiam, indo até aparecida d...