Meus versos estão feridos
não se expandem,
sangram
Perguntam dos corações vazios
a calmaria dos varais,
as marés eternas...
Buscam lugares distantes,
longe da morte,
arrependem-se das palavras...
Querem dividir espólios,
aguardam suas partes,
disputam...
Ardem pelo caminho
trânsito em transe,
lêem...
Estão aí dispersos
em simbolismos,
não colam...
Sonham por algo,
sem saber o quê,
persistem...
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