Pular para o conteúdo principal

ESCRITO DURANTE A VIAGEM

Dirigindo-me ao aeroporto de congonhas, de ônibus, ao entrar, peguei uma conversa do cobrador com o motorista. Um dizia, Vão votar na Dilma por causa do Lula, não é? E olhando para mim esperavam minha resposta. Fui automático, lógico, se ela trabalhou com Lula, e será sua sucessora, nada mais natural vincular a figura dela com a pessoa do Lula. Descendo do ônibus, em frente ao aeroporto, parei para comer milho e comprar um chocolate, junto aqueles vendedores ambulantes que ficam à beira do pontilhão que dá acesso ao aeroporto. Todos me disseram que irão votar em Dilma. Dentro do aeroporto, a situação se inverte. Mas pelo meu faro, posso dizer que a Dilma ganhará do Serra na cidade de São Paulo. Chegando em Presidente Prudente, ao pegar um taxi, e conversar com o motorista, eis que o mesmo reclamou da alta quantidade de pedágios na região. Isto recai sobre quem? Bem, posso ser um mal profeta, mas tenho a sensação que em São Paulo ainda vai rolar muita áqua. É ver para crer. Ah... abrindo a internet, me deparo com preciosidades de campanhas caluniosas. Tiro isto por conta do desespero que setores da oposição se encontram. e estão buscando todos os tipos de fábulas. Lembra a velha direita fascista da década de 60.

Comentários

Prezado João Paulo: Boa notícia encontrá-lo. Como vai a militância na poesia? Sou seu vizinho aqui nos blogs do Vermelho. Está por São Paulo? Mande notícias. Abração do Jeosafá.

Postagens mais visitadas deste blog

Como devia estar a cabeça de Mário de Andrade ao escrever este poema?

Eu que moro na Lopes Chaves , esquina com Dr.Sérgio Meira, bebendo atrasado do ambiente onde Mário de andrade viveu, e cuja casa é hoje um centro cultural fechado e protegido a sete chaves (que ironia) por "representantes" da cultura, administrada pela prefeitura... Uma ocasião ali estive, e uma "proprietária da cultura" reclamou que no passado a Diretoria da UBE - União Brasileira de Escritores, da qual fiz parte,  ali se reunia, atrapalhando as atividades daquele centro(sic). Não importa, existem muitos parasitas agarrados nas secretarias e subsecretarias da vida, e quero distância desta inoperância. Prefiro ser excluído; é mais digno. Mas vamos ao importante. O que será que se passava na cabeça do grande poeta Mário de Andrade ao escrever "Quando eu morrer quero ficar". Seria um balanço de vida? Balanço literário? Seria a constatação da subdivisão da personalidade na pós modernidade, ele visionário modernista? Seria perceber São Paulo em tod...

O POVO DE RUA DE UBATUBA

 Nos feriados, a cidade de Ubatuba dobra o seu número de habitantes. Quando isso acontece, logo retiram os moradores em situação de rua, de seus locais, porque consideram que estes prejudicam a "imagem" da cidade. A questão é que os moradores de rua somente são lembrados quando são considerados prejudiciais à cidade. Não existe em Ubatuba uma política de valorização do povo de rua, capaz de diagnosticar o que impede eles de encontrar saídas dignas para suas vidas. Não existe sequer um local de acolhimento que lhes garanta um banho, uma refeição e uma cama. Saio toda semana para levar comida e conversar com eles.  Alguns querem voltar a trabalhar, mas encontram dificuldade em conseguir, tão logo sabem que eles vivem na rua e não possuem moradia fixa. Outros tem claro problema físico que lhes impede mobilidade. Outros ainda, convivem com drogas legais e ilegais.  O rol de causas que levaram a pessoa viver na rua é imenso, e para cada caso deve haver um encaminhamento de sol...

PEQUENO RELATO DE MINHA CONVERSÃO AO CRISTIANISMO.

 Antes de mais nada, como tenho muitos amigos agnósticos e ateus de várias matizes, quero pedir-lhes licença para adentrar em seara mística, onde a razão e a fé ora colidem-se, ora harmonizam-se. Igualmente tenho muitos amigos budistas e islamitas, com quem mantenho fraterna relação de amizade, bem como os irmãos espíritas, espiritualistas, de umbanda, candomblé... Pensamos diferente, mas estamos juntos. Podemos nos compreender e nos desentender com base  tolerância.  O que passo a relatar, diz respeito a COMO DEIXEI DE SER UM ATEU CONVICTO E PASSEI A CRER EM JESUS CRISTO SEGUINDO A FÉ CATÓLICA. Bem, minha mãe Sebastiana Souza Naves era professora primária, católica praticante,  e meu pai, Sólon Fernandes, Juiz de Direito, espírita. Um sempre respeitou a crença do outro. Não tenho lembrança de dissensões entre ambos,  em nada; muito menos em questões de religião. Muito ao contrário, ambos festejavam o aniversário de casamento, quando podiam, indo até aparecida d...