O que faço
do passado
pecado
que aflora...
O que faço
do futuro
obscuro,
que assombra...
Invadem
o presente,
perduram,
abatem o tempo.
O grito,
resposta
velada:
velhos fatos
continuam,
suspiro
que expiro,
desconhece sonhos.
Saber
à beira de tudo,
deixa que siga
pequena história,
de risos e prantos,
porta aberta
ao que acontece.
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