Busco versos
fixos
na mira
da palavra.
Procuro
elevações
onde avisto
opressores
distraídos.
Recito
um tiro
gráfico,
mais ronco
que rimas.
Atiro versos
proibidos
ecoam
na multidão
Os normais
estão aí,
defendendo
figuras geométricas,
prisões formais.
Minha arma
é a palavra.
Minha palavra
é vida.
Minha vida,
abundância
sem fim.
Meu poema
explode
pensamentos
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