segunda-feira, 18 de agosto de 2025

SEM ENREDO

 


Estou sem enredo, 

vou como vou, 

onde o vento assoprar.

Procuro às noites, 

comprar alguma passagem 

para lugares inusitados, 

antes que o Sol 

aponte no horizonte.


Minha caneta pensa antes de mim.


Permite apenas 

que reflita 

meu desconhecimento, 

meu mistério particular.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

LOGO APAGA...

  Se negam tudo tanto,  deixem-me ser,  ao menos, poeta,  e já basta. Fiquem com o mundo! Explorem o povo  até a exaustão! guerrreiem! matem...