segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Agora, não importa mais o tempo.



O que era necessário
 ser feito,  foi.

O que não foi alcançado
ficará para as gerações
vindouras.

Sempre se estará
por conquistar.

Perdoem o hiato histórico
esta transitoriedade,
diante dos grandes
processos estruturais.

Perdoem as ausências
diante das exigências
das grandes lutas.

Relevem o  papel
não escrito
que passou ao largo
Da História.

Desconsiderem!

É que a condição humana
exige uma entrega
compulsiva
descompassada
arrítmica,
ainda que eu creia
na possibilidade

Há um compasso...

Por enquanto
fica esta parte
dividida ao meio
onde todos
cantam e lamentam.

Melhor assim.

Antecipo conquistas
diante do desespero
dos grandes,
ainda que a árvore plantada
não tenha vingado,
os livros permaneçam
Não lidos,
 ocultos

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