sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Dezembro traz um ar de novidade

Como impressiona dezembro com seu calor e chuva fortes.

Destoa dos demais meses do ano.

O encerramento do ano carrega uma somatória de meses onde vitórias e fracassos foram sendo absorvidos e incorporados na nossa formação.

Em dezembro eles se corporificam.

Dezembro é também o mês  do Advento, a espera de Jesus Cristo, e principalmente do Natal, a comemoração da Encarnação de Deus na Terra.

Parece que as pessoas vão perdendo a seriedade para com tudo e todos, e dão vazão ao arqué, à busca do princípio, da razão da vida.

Precisa haver uma conjunção de estrelas, ou ao menos se perceber a estrela que se desloca no céu, e estaciona sobre um estábulo.

Está no estábulo o coração do mundo, num cocho, numa manjedoura.

Ele despreza as côrtes,  os palácios.

Se faz de indefeso, e busca nossa proteção.

Como é difícil entender Deus nesta perspectiva.

Ao mesmo tempo, quanta redescoberta fazemos d'Ele, sob este prisma.

Deus é frágil, e vem ao homem como o mais frágil deles.

Nisto Deus se identifica com os pequenos, os esquecidos, os doentes, presos, acusados, os discriminados, os pobres.

Dezembro é mesmo um mês de reciclagens; lógico, para quem tem sensibilidade espiritual.

Os não crentes manterão suas ausências internas e viverão dos olhos e ouvidos e bocas. Estarão voltados para o mundo e sendo do mundo.

Mês de revisão e alegria, de superações e lembranças, descanso e esperança.

Mês onde o trabalho é visto diferente, aceitável, mês do vinho e da Champanhe.

Mês de Jesus Cristo!

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DISPERSO

  Meus versos estão feridos  não se expandem,  sangram Perguntam dos corações vazios a calmaria dos varais,  as marés eternas... Buscam luga...