Como impressiona dezembro com seu calor e chuva fortes.
Destoa dos demais meses do ano.
O encerramento do ano carrega uma somatória de meses onde vitórias e fracassos foram sendo absorvidos e incorporados na nossa formação.
Em dezembro eles se corporificam.
Dezembro é também o mês do Advento, a espera de Jesus Cristo, e principalmente do Natal, a comemoração da Encarnação de Deus na Terra.
Parece que as pessoas vão perdendo a seriedade para com tudo e todos, e dão vazão ao arqué, à busca do princípio, da razão da vida.
Precisa haver uma conjunção de estrelas, ou ao menos se perceber a estrela que se desloca no céu, e estaciona sobre um estábulo.
Está no estábulo o coração do mundo, num cocho, numa manjedoura.
Ele despreza as côrtes, os palácios.
Se faz de indefeso, e busca nossa proteção.
Como é difícil entender Deus nesta perspectiva.
Ao mesmo tempo, quanta redescoberta fazemos d'Ele, sob este prisma.
Deus é frágil, e vem ao homem como o mais frágil deles.
Nisto Deus se identifica com os pequenos, os esquecidos, os doentes, presos, acusados, os discriminados, os pobres.
Dezembro é mesmo um mês de reciclagens; lógico, para quem tem sensibilidade espiritual.
Os não crentes manterão suas ausências internas e viverão dos olhos e ouvidos e bocas. Estarão voltados para o mundo e sendo do mundo.
Mês de revisão e alegria, de superações e lembranças, descanso e esperança.
Mês onde o trabalho é visto diferente, aceitável, mês do vinho e da Champanhe.
Mês de Jesus Cristo!
Destoa dos demais meses do ano.
O encerramento do ano carrega uma somatória de meses onde vitórias e fracassos foram sendo absorvidos e incorporados na nossa formação.
Em dezembro eles se corporificam.
Dezembro é também o mês do Advento, a espera de Jesus Cristo, e principalmente do Natal, a comemoração da Encarnação de Deus na Terra.
Parece que as pessoas vão perdendo a seriedade para com tudo e todos, e dão vazão ao arqué, à busca do princípio, da razão da vida.
Precisa haver uma conjunção de estrelas, ou ao menos se perceber a estrela que se desloca no céu, e estaciona sobre um estábulo.
Está no estábulo o coração do mundo, num cocho, numa manjedoura.
Ele despreza as côrtes, os palácios.
Se faz de indefeso, e busca nossa proteção.
Como é difícil entender Deus nesta perspectiva.
Ao mesmo tempo, quanta redescoberta fazemos d'Ele, sob este prisma.
Deus é frágil, e vem ao homem como o mais frágil deles.
Nisto Deus se identifica com os pequenos, os esquecidos, os doentes, presos, acusados, os discriminados, os pobres.
Dezembro é mesmo um mês de reciclagens; lógico, para quem tem sensibilidade espiritual.
Os não crentes manterão suas ausências internas e viverão dos olhos e ouvidos e bocas. Estarão voltados para o mundo e sendo do mundo.
Mês de revisão e alegria, de superações e lembranças, descanso e esperança.
Mês onde o trabalho é visto diferente, aceitável, mês do vinho e da Champanhe.
Mês de Jesus Cristo!
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