terça-feira, 22 de maio de 2012

Descobertos livros cristãos, de cobre, escritos nos anos 70 dC

Texto interessante, pois vem confirmar o que muitos historiadores ainda colocam em dúvida: a presença de Jesus na Terra.





Ciência confirma: Livros de bronze seriam a maior descoberta de todos os tempos e falam de Nosso Senhor Jesus Cristo



A gruta onde teriam sido encontrados


Numa gruta de Saham, Jordânia, localizada numa colina com vista  ao Mar da Galiléia, foram encontrados 70 livros do século I  da era cristã que, segundo as primeiras avaliações, contêm                     as mais antigas representações do cristianismo.
Os livros têm a peculiaridade de serem gravados em folhas de  bronze presas por anéis metálicos. O tamanho das folhas vai  de 7,62 x 50,8 cms a 25,4 x 20,32 cms. Em média, cada livro  tem entre oito e nove páginas, com imagens na frente e no                     verso.
Segundo o jornal britânico "Daily Mail", 70 códices de bronze foram  encontrados entre os anos 2005 e 2007 e as peças estão sendo                     avaliadas por peritos na Inglaterra e na Suíça.
A   cova fica a menos de 160 quilômetros de Qumran, a zona onde  se encontraram os rolos do Mar Morto, uma das maiores evidências da historicidade do Evangelho, informou a agência  ACI Digital.
Importantes  documentos do mesmo período já haviam sido encontrados na  mesma região.


Aspecto de um dos livros em análise


No                     local ter-se-iam refugiado, no ano 70 d.C., os cristãos de                     Jerusalém, durante a destruição da cidade pelas legiões de                     Tito, que afogaram em sangue uma revolução de judeus que                     queriam a independência.
Cumpria-se então a profecia                     de Nosso Senhor relativa à destruição de Jerusalém deicida e                     à dispersão do povo judaico.
Segundo o "Daily Mail" os acadêmicos, que estão                     convencidos da autenticidade dos livros, julgam que é uma                     descoberta tão importante quanto a dos rolos do Mar Morto em                     1947.
Nelas, há imagens, símbolos e textos que se                     referem a Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Paixão.                    
David Elkington, especialista britânico em                     arqueologia e história religiosa antiga, foi um dos poucos                     que examinaram os livros. Para ele, tratar-se-ia de uma das                     maiores descobertas da história do Cristianismo.                    
"É uma coisa de                     cortar a respiração pensar que nós encontrámos estes                     objectos deixados pelos primeiros santos da Igreja",                     disse ele.



São Simeão, bispo de Jerusalém


Com                     efeito, na época da desastrosa rebelião judaica, o bispo de                     Jerusalém era São Simeão, filho de Cleofás (irmão de São                     José) e de uma irmã de Nossa Senhora. Por isso, São Simeão                     era primo-irmão de Nosso Senhor Jesus Cristo e pertencia à                     linhagem real de David.
Quando o apóstolo Santiago,                     "O Menor" (primeiro bispo de Jerusalém) foi assassinado                     pelos judeus que continuavam seguidores da Sinagoga os                     Apóstolos que ficaram, em rotura com o passado, escolheram                     Simeão como sucessor e ele recebeu Espírito Santo em                     Pentecostes.
Os primeiros católicos -naquela época não tinham aparecido heresias e todos os                     cristãos eram católicos -lembravam com fidelidade o anúncio feito por Nosso Senhor de                     que Jerusalém seria destruída e o Templo arrasado. Porém,                     não sabiam a data.
O santo bispo foi alertado pelo                     Céu da iminência do desastre e de que deveriam abandonar a                     cidade sem demora. São Simeão conduziu os primeiros cristãos                     à cidade de Pella, na atual Jordânia, como narra Eusébio de                     Cesárea, Padre da Igreja.
Após o arrasamento do                     Templo, São Simeão voltou com os cristãos que se                     restabeleceram sobre as ruínas. O fato favoreceu o                     florescimento da Igreja e a conversão de numerosos judeus                     pelos milagres operados pelos santos.







Os livros                           geraram muita disputa



Assim,                     começou a reconstituir-se uma comunidade de judeus fiéis à                     plenitude do Antigo Testamento e ao Messias Redentor                     aguardado pelos Patriarcas e anunciado pelos                     Profetas.
Porém, o imperador romano Adriano mandou                     arrasar os escombros da cidade, e os seus sucessores pagãos,                     Vespasiano e Domiciano, mandaram matar a todos os                     descendentes de David.
São Simeão fugiu. Mas,                     durante a perseguição de Trajano foi crucificado e                     martirizado pelo governador romano Ático. São Simeão recebeu                     com fidalguia o martírio quando tinha 120 anos. (cf. ACI Digital)






Emociona                     pensar que esses heróicos católicos judeus tenham deixado                     para a posteridade o testemunho da sua Fé inscrito em livros                     tão trabalhados. O fato aponta também para a unicidade da                     Igreja Católica.
Philip Davies, professor emérito de                     Estudos Bíblicos da Universidade de Sheffield, disse ser                     evidente a origem cristã dos livros que incluem um mapa da                     cidade de Jerusalém. No mapa é representada o que parece ser                     a balaustrada do Templo, mencionada nas Escrituras.                    
"Assim que eu vi                     fiquei estupefato", disse. "O que me impressionou foi ver uma                     imagem evidentemente cristã: Há uma cruz na frente e, detrás                     dela, há o que deve ser o sepulcro de Jesus, quer dizer, uma                     pequena construção com uma abertura e, mais no fundo, ainda                     os muros de uma cidade".
"Noutras páginas destes livros                     também existem representações de muralhas que, quase de                     certeza, reproduzem as de Jerusalém. E há uma crucifixão                     cristã acontecendo fora dos muros da cidade",                     acrescentou