Tudo já era conhecido.
Não se necessitava mais de se saber algo.
O novo encontrava-se com o velho.
As sujeiras haviam sido removidas.
Não se ouviam mais reclamações.
As razões dos desencontros sequer eram lembradas.
Agora o sol brilhava sem o sol, e em todos os lugares a claridade era igual, mas não queimava.
Muito menos os olhos sentiam arder pela claridade; permaneciam, ao contrário, muito abertos e atentos.
A casa tornara-se ampla para caber tanta gente parente, e não apertava, ampliava.
Uma jovialidade tomava conta de tudo, e o cansaço acabara.
No céu, e pela terra, os anjos voavam e andavam.
Muitas eram as atividades no mecanismo de funcionamento da Glória, compartilhada pela vontade do Criador
Jesus repartia-se em vários, e podia ter conversa particular com cada um a qualquer momento.
A paz, finalmente, fora alcançada, e era vista como natural, imanente.
Trombetas ressoavam em vários acordes, como buzinas de pressão, que não se sabia de onde viam.
Todos aguardavam a segunda vinda do Senhor, para ressuscitar junto, em seus corpos, em um novo céu e uma nova Terra.
A verdade estava totalmente desvendada, e os mistérios desapareceram
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