Pular para o conteúdo principal

Mídia faz a desconstrução da imagem de Lula

Passado o Governo para Dilma, a mídia aproveita todas as chances disponíveis para fazer a desconstrução da imagem que Lula deixou de aprovação inconteste de seu governo pela maioria "jamais vista neste país".

Unem o novo estilo Dilma, de rapidez e eficiência, com toda sorte de matérias que possam desgastar a imagem do ex-presidente.

São as férias em litoral na área de quartel que somente os presidentes podem usufruir;  o passaporte diplomatico para os seus filhos fugindo as regras do Itamarati; é o guarda roupas de mais de 100 ternos que chegaram em 200 caixas no seu apê. Até as bicicletas ergométricas que ele e dona Marisa usavam foram computadas quando saíram do apartamento de São Bernardo. Gostaríamos de mais austeridade, como também não vibramos com os 60% de aumento dos parlamentares, mas existe a nítida intenção de montar um quebra cabeça enxadrista para dar um cheque mate em 4 anos. 

A "denúncia" vai para o consumo de alimentos pagos por fora do salário, além das assistências médicas sem ônus, que agora deverão ser assumidas por ambos. Procuram dar a impressão de que Lula continua com privilégios mesmo depois de deixar o cargo..

Assim querem indispor Dilma com o seu padrinho.

Primeiro desconstroem Lula.

Depois desconstroem Dilma.

Aí colocam um pé rapado qualquer para entregar o pre sal para os grupos internacionais.

Dá para notar a pegadinha?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Como devia estar a cabeça de Mário de Andrade ao escrever este poema?

Eu que moro na Lopes Chaves , esquina com Dr.Sérgio Meira, bebendo atrasado do ambiente onde Mário de andrade viveu, e cuja casa é hoje um centro cultural fechado e protegido a sete chaves (que ironia) por "representantes" da cultura, administrada pela prefeitura... Uma ocasião ali estive, e uma "proprietária da cultura" reclamou que no passado a Diretoria da UBE - União Brasileira de Escritores, da qual fiz parte,  ali se reunia, atrapalhando as atividades daquele centro(sic). Não importa, existem muitos parasitas agarrados nas secretarias e subsecretarias da vida, e quero distância desta inoperância. Prefiro ser excluído; é mais digno. Mas vamos ao importante. O que será que se passava na cabeça do grande poeta Mário de Andrade ao escrever "Quando eu morrer quero ficar". Seria um balanço de vida? Balanço literário? Seria a constatação da subdivisão da personalidade na pós modernidade, ele visionário modernista? Seria perceber São Paulo em tod...

O POVO DE RUA DE UBATUBA

 Nos feriados, a cidade de Ubatuba dobra o seu número de habitantes. Quando isso acontece, logo retiram os moradores em situação de rua, de seus locais, porque consideram que estes prejudicam a "imagem" da cidade. A questão é que os moradores de rua somente são lembrados quando são considerados prejudiciais à cidade. Não existe em Ubatuba uma política de valorização do povo de rua, capaz de diagnosticar o que impede eles de encontrar saídas dignas para suas vidas. Não existe sequer um local de acolhimento que lhes garanta um banho, uma refeição e uma cama. Saio toda semana para levar comida e conversar com eles.  Alguns querem voltar a trabalhar, mas encontram dificuldade em conseguir, tão logo sabem que eles vivem na rua e não possuem moradia fixa. Outros tem claro problema físico que lhes impede mobilidade. Outros ainda, convivem com drogas legais e ilegais.  O rol de causas que levaram a pessoa viver na rua é imenso, e para cada caso deve haver um encaminhamento de sol...

PEQUENO RELATO DE MINHA CONVERSÃO AO CRISTIANISMO.

 Antes de mais nada, como tenho muitos amigos agnósticos e ateus de várias matizes, quero pedir-lhes licença para adentrar em seara mística, onde a razão e a fé ora colidem-se, ora harmonizam-se. Igualmente tenho muitos amigos budistas e islamitas, com quem mantenho fraterna relação de amizade, bem como os irmãos espíritas, espiritualistas, de umbanda, candomblé... Pensamos diferente, mas estamos juntos. Podemos nos compreender e nos desentender com base  tolerância.  O que passo a relatar, diz respeito a COMO DEIXEI DE SER UM ATEU CONVICTO E PASSEI A CRER EM JESUS CRISTO SEGUINDO A FÉ CATÓLICA. Bem, minha mãe Sebastiana Souza Naves era professora primária, católica praticante,  e meu pai, Sólon Fernandes, Juiz de Direito, espírita. Um sempre respeitou a crença do outro. Não tenho lembrança de dissensões entre ambos,  em nada; muito menos em questões de religião. Muito ao contrário, ambos festejavam o aniversário de casamento, quando podiam, indo até aparecida d...