segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Presença modesta do Brasil no cenário internacional

Uma das características, entre outras, de mudança na orientação do Governo Dilma, se dá na participação do Itamaraty no cenário internacional.

Diferenciando-se significativamente do governo Lula, o governo Dilma busca novos horizontes, que se confirmam com a vinda de Obama ao Brasil, antes da ida de Dilma aos EUA, que até já foi suspensa.

Seguindo o figurino da nova estratégia dos EUA, de "reconhecer uma multipolaridade consentida", onde nos resta influir sobre a América do Sul, o governo brasileiro está abdicando de manter a forte influência que tinha durante o governo Lula no mundo, e consequentemente, abrindo novos e importantes mercados.

A ausência de posições claras quanto aos conflitos no Oriente Médio, mais algumas declarações gratúitas, como a de Dilma sobre Cuba nos jornais de hoje 31/01/2011, onde afirma que "falhas de Cuba devem ser criticadas", mostram bem a mudança de orientação em política internacional, não sem depois elogiar a "abertura" que está em curso por lá.

O caso Battisti também é emblemático, ao ela lembrar que a questão é do STF, em resposta ao pedófilofascista governo italiano de Berlusconi, que precisa de um assunto para voltar à tona, de suas orgias com brasileiras menores. Não era o caso de se defender as meninas brasileiras que são prostituídas na Europa, servindo de refeição aos apetites dos milionários e políticos de lá?

Embora seja um pouco cedo para afirmar categoricamente estas mudanças, pelos menos ficam apreensões.

Some-se a isto, o fato de não ter participado de reuniões com as centrais sindicais; mas ter criticado em público suas pretenções.  Foi no mínimo, deselegante.

Sua ausência em grande parte do tempo, como se estivesse numa redoma de vidro imposta pelo seu marqueteiro, um rasputin brasileiro, também é preocupante.

Quem é presidente ela ou o seu marqueteiro? O primeiro turno das eleições mostrou o que provoca este distanciamento do povo.

Notamos uma guinada peemedebística mais à direita do seu governo no início do seu mandato.

O Partido dos trabalhadores não se tornou maioria dentro do governo Dilma...

Trabalhadores, ma non troppo.