sábado, 30 de julho de 2011

Sandy cada vez mais à vontade

A declaração de Sandy de que seja possível ter prazer anal, em uma relação sexual, rompe com aquela menininha que cantava "Maria Chiquinha", e depois, crescendo manteve uma imagem de pureza, beleza, acrescida de bela voz.

Quando ela e o Júnior separaram-se, esta imagem foi sendo desconstruída, e ambos desapareceram da mídia. Foi apenas coincidência?

Creio que não.

Não defendo que uma relação sexual deva ser feita sem tirar a ceroula, mas também penso que devam existir limites nestas relações, pautadas no direito natural, e na concordância das partes.

Nada deve ser feito que contrarie aquilo para o qual a natureza programou, e nada deve ser feito se uma das partes não desejar.

A relação sexual, não deve ser um fim, mas a plena realização do amor, que se expressa desde um pequeno gesto, até o  carinho máximo.

Estes dias assistindo ao "Papo Calcinha" no Multishow, deparei-me com quatro mulheres se divertindo por situações em que, na hora do vamos ver, o homem não estava excitado. Lógico, a mulher não tem que provar estar excitada, basta fingir. Pesquisas mostram que muitas mantém relações sexuais sem se excitarem de verdade, mas atendendo aos solavancos, e parecendo estar em orgasmo

Deram muitas risadas daqueles pobres coitados, desmoralizados sobre a cama com seus membros adormecidos.

Aí está a diferença!

Falta o amor.

Onde existe o amor, o sexo não é visto como uma relação separada, e portanto,  a questão da impotência não se coloca.

"Basta amar", como diz Santa Teresa D'Ávila 

Só que este amor é muito maior que uma discussão de sexo.

Transcende a toda esta banalização da vida.

Sandy, vamos deixar cada órgão cumprir suas funções específicas.

Que tal?