terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Em defesa do negão

Mais uma vez a imprensa marrom atira no negão para denegrí-lo.

E com mixaria, como se o negão precisasse destes valores.

Quando Netinho de Paulo se lançou na vida política, ele já era um empresário bem sucedido.

Para ele, a questão econômica está resolvida, e isso não é novidade para ninguém.

O suspeito é um jornal da influência da Folha, vir com matéria de página inteira, mais chamada de primeira página, denunciando-o sobre uso de verbas indenizatórias, onde aparecem citadas quatro notas frias que totalizam R$ 30.400,00.

O que está por trás desta reportagem?

Um  jogo político de tirar de cena o negão, que apesar de não ter sido eleito senador, obteve mais de 7 milhões de votos, e se credencia, automaticamente a disputar a prefeitura de São Paulo.

Não contentes em aceitar um cantor de pagode negro, que fere o padrão do perfil circunspecto de parlamentar "oficial", tentaram caracterizar o negão como uma pessoa violenta, por episódio mais do que superado.

Agora surgem notas frias.

É jogo de cachorro grande, como se diz, mas Netinho de Paula deve então exigir que todas as prestações de contas dos vereadores em verbas indenizatórias também sejam divulgadas.

O valor irrisório destas notas, facilmente reembolsável, e a matéria de página inteira, que busca atingir Netnho e por trás o PC do B, mostram que está em jogo uma articulação de direita para desestruturar, na Capital do capital, a formação de uma alternativa de esquerda, na cidade.

É também retrato do reposicionamento das peças na Câmara Municipal, onde Netinho alcançou papel importante na mesa da Câmara.

Tudo o que se percebe é a armação que está por trás disto, com os velhos caciques que tornaram a Câmara um sarcófago, desejando voltar a ocupar seus postos.

Ao negão podemos dizer que é hora de bater forte para tirar os violentos que  se impuseram pela força, inclusive física, para dominar o poder público municipal.

Discriminação deslavada!!!!