segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O infinito entre a intenção e o gesto.

Vamos deixar claro uma regra entre nós: não dá para aceitarmos pessoas que defendem certas idéias, ou princípios, ou mesmos regras de conduta, mas não fazem aquilo que eles falam.

São, como Jesus falava, sepulcros caiados, isto é brancos por fora, mas podres por dentro.

Isto nos remete ao seguinte pensamento: é preferível ficar mais tempo em silêncio para não ser excessivamente ambigüo, ou falar menos, pensando mais no que falamos para tentarmos ser coerentes.

Estes princípios que acabo de apresentar, entretanto, não tem espaço no mundo de hoje. Muitos estão se vendendo adoidado por aí, como se fossem as maiores estrelas, os melhores do mundo. E esta constatação ocorre em todas as esferas de influência.

Mas quando você conhece melhor a figura, cai o disfarce.

É com professores, políticos, empresários, às vezes com os "amigos", todos se achando os tais.

O que me salva é chegar em casa e encontrar Meg, minha esposa silenciosa, me aguardando, preocupada se minha saída foi sem traumas.

Só assim, e olhe lá...