O Brasil não tem tempo.
O aumento da presença de estudantes no processo educativo no país está em evolução.
Só que evolução não resolverá a nossa grande e crescente demanda por profissionais.
É preciso uma revolução na educação, encontrarmos formas de alto engajamento de jovens na formação de profissões, desde a educação básica, até a universidade.
Mas o país precisa superar a catedra e criar a calçada, a rua.
A juventude, e o movimento estundantil, precisam exigir uma transformação no modelo de abrangência da política educacional, e é pra já.
Chega de fazer este caminho que pouco resolve.
É melhor do que antes, sem dúvida, mas precisamos de gente mais ousada neste setor.
Dilma tem uma oportunidade de ouro de mostrar sua premência em resolver problemas, sem cozinhar o galo, como se diz por aí.
A escolha do ministro da educação deve se dar, olhando este prisma revolucionário.
Paulo Freire deve estar se indignando com o esquecimento de uma educação popular engajada e conscientizadora, em pleno período progressista da vida ncional. Vamos implementar.
Fazer como diziam no Vietnã do período de guerra: "Nenhum analfabeto atravesse as pontes" Todos eram chamados a educar-se,e, se não houvessem lugares, era nas ruas que se educava.
O Brasil precisa romper com este esquecimento, e trazer à tona Paulo Freire, o grande educador enterrado.
FINAL DE NOITE
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