sábado, 4 de dezembro de 2010

São Paulo desperta diferente aos sábados

Acabam-se as aflições e há tempo para as tarefas domésticas, que são encaradas como lazer.

O sol, encoberto e descoberto, dá uma claridade redentora, de paz.

Há um cão para o passeio, um supermercado para compras, um carro e um cabelo para lavar, um "ufa" de alívio das pressões diárias, viagens intermináveis, relatórios cerebrais, contas impagáveis.

Parece que tudo desaparece.

Parece que tudo renasce.

Não existem guerras, crimes, absurdos.

Apenas um despertar diferente, em um dia especial.

Haverá a eternidade perfeita, do dia que nunca se acaba?

De jardins e cantos superiores, e sol permanente?

Quem sabe?

Por enquanto trato o sábado como alguém bem vindo, refluxo da maldade, em meio a humanidade 

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