sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Como Conciliar a defesa do Pré-Sal com Forças Armadas despreparadas




Muitos são os investimentos necessários para o nosso Brasil.

Desculpem-me tratar o Brasil como nosso.

É que estou com o estômago enjoado de ouvir tantos discursos de políticos se referindo à nossa terra com o termo "este país", como se fosse uma pátria de outros, e aqui estivéssemos por empréstimo.

O novo Brasil republicano, com participação popular e grandes conquistas econômicas e sociais, ainda é carente em muitas áreas.

A mídia, como não poderia deixar de ser, está batendo forte na questão da saúde, absolutizando a questão da saúde, para desgastar o governo como um todo.

Aproveita um ponto fraco do governo Dilma, e que devemos defender com unhas e dentes o nosso SUS, para desgastar a Saúde Pública, para o deleite dos grupos privados de saúde.

Porquê, então, essa mídia internacional, não se insurge contra o parco investimento que está ocorrendo com a nossas gloriosas Forças Armadas?

Simples: investir no aparelhamento e atualização tecnológica das forças Armadas irá trazer maior segurança e defesa do nosso território, e principalmente da área do Pré-Sal, isolada no alto mar, sem o reconhecimento do mar territorial pelos EUA. E este investimento vai contra os interesse internacionais da mídia.

Há por isto, uma novela, mais longa que todas as novelas da TV, na compra dos jatos de defesa, para a Nossa Aeronáutica.

Novela sem fim, que tragicamente permanece com o enredo de possível tragédia, pois as drogas continuam entrando, e o mar territorial está vulnerável.

Os equipamentos militares estão desatualizados em 50 anos, segundo as fontes do setor, o que é inaceitável.

O Brasil não pode deixar seu povo à mercê da segurança de outros países que possuem outros interesses, que são até contraditórios com os nossos.

Quanto à América Latina, as relações estão estáveis, mas a depender do "irmão" do norte para assegurar nossa defesa...hummm

Urge investimentos nas Forças Armadas.

O Ministro Amorin, parece ter acordado, depois de conhecer melhor a realidade da Força.

Nossa época que é de surgimento de países emergentes, reposicionando o tabuleiro mundial, exige um posicionamento mais forte na área de Segurança Nacional.

Nossas Forças Armadas sabem disso e têm procurado conscientizar o governo para esta necessidade.

O Brasil é grande, e desperta a ambição de muitos interesse e países.

Não é o caso de se esperar que as nações desenvolvidas, mergulhadas em crise crônica, sejam bem capazes de terem arroubos imperialistas?

Vide a Líbia, o Iraque, o Afeganistão.